A Grande Mancha Vermelha de Júpiter seria uma estação intermediária para a vida?

Muitos cientistas acreditam que sim, sugere Paul Davies, físico teórico da Arizona State University e diretor do Beyond Center, na obra “The Demon in the Machine.” Davies sugere que a Grande Mancha Vermelha é um exemplo de uma “estrutura dissipativa” reconhecida pela primeira vez na década de 70 pelo químico Ilya Prigogine, que definiu a vida como estando operando longe do equilíbrio com seu ambiente e suportando um fluxo contínuo de matéria e energia.

Fonte: A Grande Mancha Vermelha de Júpiter seria uma estação intermediária para a vida?

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